sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Gratidão




Descobri que a gratidão é um exercício diário. Dificil, quando o mais fácil é o queixume e o lamento.

Deixar que o melhor esteja sempre à superfície ilumina e aquece o coração nos dias menos bons.

Só posso dizer uma coisa: I Love My Live


terça-feira, 17 de setembro de 2013

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Terror de Te Amar



Terror de Te AmarTerror de te amar num sítio tão frágil como o mundo 

Mal de te amar neste lugar de imperfeição 
Onde tudo nos quebra e emudece 
Onde tudo nos mente e nos separa. 

Que nenhuma estrela queime o teu perfil 
Que nenhum deus se lembre do teu nome 
Que nem o vento passe onde tu passas. 

Para ti eu criarei um dia puro 
Livre como o vento e repetido 
Como o florir das ondas ordenadas. 

Sophia de Mello Breyner Andresen, in “Obra Poética” 


terça-feira, 27 de agosto de 2013

Flying To the Moon



A lua, da minha janela!
Sempre linda! 


segunda-feira, 26 de agosto de 2013

O fresco da "selva"




A respirar o fresco...
Oh hot summer :)


sexta-feira, 17 de maio de 2013

quarta-feira, 15 de maio de 2013

A Doença!!

Não vejo a hora de ver a futebolada acabar! É só um intervalo de poucos meses, é certo, mas espero que seja um intervalo que purifique o ar e cabeçinhas que por aí andam em ebulição.
Não me recordo de uma época com tanto ódio, com tanto apelo à violência, que me pergunto muitas vezes se as pessoas tem noção do que realmente estão a escrever, a sentir ou a desejar.
Não é suposto o desporto ser uma forma de convivio e de união saudável entre as pessoas?
Desejar a morte de alguém por causa de uma bola é no minimo d-o-e-n-t-i-o!

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Era no Tempo dos Tamarindos

Há uns dias lembrei-me desta música.
Tem uma brisa boa... e por isso escolhi-a para celebrar o new look do blog.
Azul, da cor do céu.




quinta-feira, 11 de abril de 2013

The sky is the limit. Grab it!


The sky is the limit. Grab it!

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Good Night Moon


Ela não é um bebé de colo. Imagino que não queira perder tempo quando o mundo chega de todo o lado e a convida a explorá-lo. Seguro-a e tento aconchegá-la, mas ela prefere mexer-se e ir provando a liberdade. 

Mas hoje, não. Hoje quis ficar enroladinha, anichada no conforto quente dos meus braços. E ali deixou que o soninho viesse, devagar...devagarinho, para meu consolo.

Recordei agora, com alguma nostalgia, as noites infinitas e os quilómetros feitos dentro do pequeno quarto, nos tempos em que dormir não era, para ela, tarefa compreendida e à minha exigência respondia com chorinho.

Sentei-me com ela ao colo e atrevi-me a pensar no que tinha ainda para fazer, mas logo repreendi o atrevimento. Olhei-a embevecida e deixei-me ir... de mãos dadas com um momento único. Que não volta atrás. E ali fiquei a matar uma sede tranquila e tão boa.

Mas ela não é um bebé de colo. Acabou por reivindicar o seu espaço e teve-o assim que o pediu. Apaguei a luz mas o momento, trouxe-o comigo.