Porque vivemos todos na mesma taça. Porque todos os nossos pequenos movimentos, por mais pequenos que sejam, tocam alguém.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
A Dança dos Planetas

Já me fizeram o mapa astral e acertaram em muita coisa... ou melhor, em quase tudo. Por isso, respeitinho!!!
Às vezes, lembro-me de passar os olhos na página da astrologia e ler o que me reserva o dia, ou o mês, mas rapidamente esqueço as previsões e deixo fluir o tempo.
Mas quando prevêem coisas do tipo: "um acidente pode limitar a sua mobilidade" ou "sexta e sábado serão dias negros" ou ainda "neste dia não assine qualquer documento"... Medo... muito medo...
Lá para o fim do mês, faço o balanço =)
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Muda a hora!!!

A mudança da hora desatina-me. Deixa-me o corpo pesado... a alma irritada...com um humor de cão...
Ontem, combati os sintomas desta coisa que se chama "Mudar a Hora" com uma caminhada em passo revoltado. Durante um bom pedaço da manhã, dei aos pés cidade fora. Senti o vento na cara, respirei fundo e pensei em nada.
Descansei num jardim deserto. Talvez por ser quase hora de almoço, não sei, mas o silêncio, o céu cinzento e até as pequenas gotas de chuva foram muuuuito bem-vindos.
Voltei para casa com uma alma nova. Afinal, até foi fácil acertar os ponteiros. ;)
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Reset =)

...é tão díficil desligar o botão!
Para tentar sossegar a minha mente atarefada e pensadora, resolvi começar a tentar meditar.
Simplesmente ficar, sem mover um músculo, sem pensar em nada, só respirar.
É mais um trabalho de persistência e paciência à prova, mas a verdade é que já consegui alguns segundos de paz.
Coisa rara...
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Rir ou Chorar

Esta semana termina para mim de uma forma um bocado estranha e enrolada.
Não sei se hei-de rir ou chorar!!.. é que não encontro palavras que descrevam o futuro do sitio do mundo onde moro.
Há uma esperança que, por mais que tente, não consegue evitar a desconfiança e até um pouco de medo.
Olhar à volta não ajuda. No meio do lamaçal, procuram-se culpados e não soluções construtivas e realistas.
Chiça, onde é que há um porto seguro? O chão está sempre a fugir-nos debaixo dos pés.
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